O BTB 7 em um pouco mais de 140 caracteres…

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Paty venceu Alexandre e Alix, na grande final do game

A sétima edição do Big Twitt Brasil nem deveria ser uma edição oficial do game, mas sim uma preparação para a próxima, um aquecimento. Isso porque o adm. e criador do jogo (eu, o Boss), que cuidou das seis edições anteriores, resolveu que não mais administraria o jogo, e o deixou nas mãos de Thalles Fagundes, ex-participante que topou continuar tocando a gaiola dali por diante, como novo administrador. O jogo, assim como na edição 6, teve um número reduzido de participantes (apenas 13, na anterior foram 11), e as mesmas seis semanas de duração. O formato, porém, voltou bastante às origens, trazendo as enquetes para definir eliminações, no lugar de provas (como no BTB 5) ou eliminações internas através de votos dos participantes (como no 6), e reutilizando também a Gaiola de Vidro, para definir o nome do último pássaro a entrar na competição.

Dentre muitos acertos, os maiores desta edição foram a excelente utilização do “confessionário”, uma obrigação diária que cada engaiolado tinha de enviar um vídeo curto pelo twitter. Isso nos aproximava mais de cada integrante, deixando o reality de fato com cara de reality. Além disso, tivemos também as hangouts ao vivo com debates sobre os desdobramentos do jogo, entrevistas com eliminados (o “De Frente com Maligna”, apresentado pelo Anderson Lopes), além das eliminações ao vivo, com apresentação do performático Pedro Piu. A Gaiola de Vidro foi muito bem realizada, criando-se um confinamento via Whatsapp onde os três pretendentes a entrar no jogo ficaram durante 7 dias sendo monitorados pelos adms. e gravando vídeos diários, assim como os participantes da gaiola oficial. Thalles, mesmo inexperiente, surpreendeu na condução segura e imparcial do jogo, até o fim. Alguns contratempos, como o afastamento do apresentador Pedro Piu, e as já famigeradas desistências de participantes nas primeiras semanas, foram todos bem contornados e o BTB 7 foi um sucesso, alcançando uma boa repercussão (a nível de reality virtual).

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Yan, a grande personagem da sétima edição

Falando dos engaiolados, pode-se dizer que o elenco foi bastante dedicado. Ou pelo menos grande parte dele. Muranga, Lucas e Ana Paula, grandes destaques na primeira semana foram apagando até morrer de vez (os dois primeiros desistiram). A primeira eliminada, Suellen, em contrapartida, conseguiu protagonizar muitas situações no jogo quase até a reta final, mesmo estando do lado de fora. Rival mortal daquela que seria campeã do jogo (Paty), Suellen não saia dos trending topics dos assuntos mais falados na gaiola. Outro que deu o que falar foi Yan. Absolutamente rejeitado pelos demais (pelo menos a princípio), ele acabou se transformando com isso num grande sucesso nas enquetes, voltando de alguns estilingues, até ser estilingado fatalmente lá pela reta final (ficou em 6º lugar). “Little Monster”, como ele mesmo se auto denominava, ficou marcado na galeria de grandes figuras da gaiola, com seus vídeos arrojados dançando Lady Gaga – sua musa inspiradora.

Mas aqueles que foram mais longe, certamente, foram os grandes protagonistas do jogo. Bruno, mais conhecido como “Bike Boy” (ele costumava gravar seu vídeo para o confessionário pedalando sua bicicleta de manhã, indo pra escola) conseguiu ir bem longe, com seu jeitinho… “ensaboado” de ser, sempre se esgueirando, sem deixar transparecer qualquer tipo de opinião que revelasse de fato de que lado ele estava, em qualquer situação. Acabou caindo no primeiro estilingue que disputou, depois de participar de forma questionável de uma prova de resistência (foi acusado de desonestidade). Alix, um dos finalistas, foi o grande carrasco nas votações, conseguindo sempre número muito expressivo de votos a seu favor, eliminando, entre outros, Diego, o pássaro solitário que sobreviveu à Gaiola de Vidro e era um dos grandes favoritos ao prêmio final, por se dar muito bem com todos do jogo, e pela enorme dedicação ao game.

A primeira (e polêmica) prova de resistência da história do BTB

Na grande final, porém, quem de fato surpreendeu na votação foi Alexandre – O Grande Drama Queen (que chegou a pedir pra sair do jogo, lá no comecinho, voltando atrás depois de muita negociação nos bastidores). De estilo debochado e explosivo, causou bastante, sempre batendo de frente com Alix, que passou a ser muito mal visto depois do episódio do “informante” (alguém poderia por favor me explicar o que foi esse informante que eu não entendi até agora?). Alex estaria, portanto, do lado “do bem”, e Alix “do mal”, dividindo assim, de forma bem maniqueísta, a reta final da gaiola. Com muitos, mas MUITOS VOTOS mesmo, Alex derrotou Alix, o deixando no 3º lugar do ranking. Uma vitória do bem contra o mal, ou um grande mal entendido? Parece que o principal interessando em limpar a própria barra (Alix) nunca quis se pronunciar oficialmente (nem na noite da final apareceu, muito menos quis dar entrevista ao Maligna – mas isso não foi exclusividade dele, nenhum dos finalistas quis dar entrevista). Uma reta final bastante marcante, regada a muito suor, lágrimas, e gotas sazonais de sangue, para manter o drama. Do jeito que o Alexandre gostava.

Mas quem saiu ilesa a isso tudo (apesar das farpas da Suellen e da declarada rivalidade do Alix) foi a Paty, campeã do Big Twitt Brasil 7. Entrou no lugar de outra Patrícia que tinha sido selecionada, foi muito perseguida no início por sua idade, sendo vítima de comentários não muito delicados sobre sua aparência, foi parar em diversos estilingues, e em todas as enquetes era frequentemente atacada com ofensas diretas feitas por perfis fakes (ou não eram fakes?). Mas sobreviveu. Não só sobreviveu como venceu! Isso porque na grande final o resultado da enquete, apenas, não era determinante para consagrar o vencedor. E numa somatória de pontos, que envolvia enquete + prova + votos de ex-participantes (olha só como as experiências feitas no BTB 5 e 6 foram válidas), ela sagrou-se vencedora, aumentando para quatro o número de mulheres campeãs do BTB. Mais da metade! Essa gaiola está ficando a cada ano mais agradável…

Na próxima edição, depois de duas edições experimentais (experiências sensacionais!) vamos retornar aos moldes clássicos, com mais participantes e maior duração. Mas as novidades, é claro, vão continuar aparecendo, afinal criatividade é o que não falta na produção desse reality. Aguardem pelo melhor Big Twitt Brasil de todos (que é sempre o próximo)! Eu, o Boss, estarei presente, escrevendo um post semanal, aqui nesse blog, deixando a minha visão geral do que ocorre.

As inscrições se abrem em janeiro. Fiquem de olho em nosso twitter e nas demais redes. Hasta!

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